Seu rosto suado é uma skol.
Sua calça da gangue meu sol.
Quantas lajes já bati,
E de sua cara não esqueci
Postes, pilastras, pregos, parafusos.
Seu rebolado me deixa confuso.
Não te acho tão coroa,
Sua perna ainda é boa.
Meu relógio tem um gato
Não tenho grana pra sapato,
Mas forró é toda sexta
Seu charme me deixa besta.
Quero casar, montar barraco.
De você, quero até o suvaco.
Casar no papel, fazer família.
Enfim saio, da casa da minha tia.
Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010
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